segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

domingo, 16 de dezembro de 2007

sábado, 15 de dezembro de 2007

domingo, 9 de dezembro de 2007

sábado, 8 de dezembro de 2007

sábado, 1 de dezembro de 2007

Novembro



por Filipe Imortal com colaboração de JC

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Para quem faz da revolução um modo de vida...


Para todos aqueles que têm coragem de admitir que o Tom Sawyer é superior aos morangos com açúcar...

segunda-feira, 26 de novembro de 2007


Novembro...


Parti de madrugada como quem não sabe sonhar
e fiquei a ver as ondas na primeira falésia
Foi por aí que eu me perdi em noites de tempestade
quando o vento segredava teu nome

Do grito da tempestade fez-se o mar perto
e tu longe...
Parti para te ver um dia para lá da bruma
que se fez minha janela.

Agora sem mudar de rumo sigo viagem
até te encontrar a ti deusa do absurdo
rainha do silêncio
por entre a tempestade de Novembro...

Filipe Imortal

terça-feira, 20 de novembro de 2007

domingo, 18 de novembro de 2007

sábado, 17 de novembro de 2007



Caos e vento

Sabia dizer decor o teu nome,
mas não sabia em que céu sonhavas,
mas parti com a minha espada
em busca do que o passado matou...
O caos mergulhou o meu mundo
na sombra de quem não olha
de quem não quer saber quem ama
ou quem não venceu o medo de acordar...
Os dias simples imploraram a queda do anjo
e o altar das palavras vagueou no silêncio
como cinzas espalhadas ao vento
num dia de tempestade...
Seria o primeiro dia da lenta morte do mar...
Filipe Imortal

quinta-feira, 15 de novembro de 2007


Marioneta antropométrica


Encontramo-nos no topo do mundo por acaso
presos ás palavras que não disse
numa interminável convulsão de frases
onde eu construí o meu silêncio...

perdi-me algures num livro que me mostrou o mar...
para me render á ilusão dos dias que nunca passam,
O tempo transformou-me nesta marioneta antropométrica
que só aprendeu a palavra...

quarta-feira, 14 de novembro de 2007


Revolução x


Quando percebi que a revolução tinha acabado
Perdi a noção do céu azul,
até que me mostras-te o quadro
que tínhamos pintado com as mãos

A chuva tomou a tela e pintou uma lágrima
Onde havia um sorriso
E para lá do infinito da tela
a maior revolução ficou sempre
presa àquela parede
Onde o amor pintou o mundo...